Disney no Youtube! Fãs que fazem arte em forma de vídeo (música)

Uma das razões de eu gostar tanto do universo Disney, é o fato dela reimaginar, recriar e reinventar. O estúdio oferece um novo modo de ver histórias clássicas, e os fãs não ficam atrás nesse sentido. Sendo assim, esse post é mais ou menos sobre isso. Não exatamente sobre outras formas de ver, mas sim de ouvir.

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Alguém sempre oferece um novo estilo...
Os disnerds não perdem tempo quando se trata de covers e adaptações dos sucessos que embalam nossas histórias preferidas. De um outro estilo musical até um novo acompanhamento visual, procurei trazer um pouco de tudo entre os melhores...

...fãs que fazem arte em forma de vídeo! (no caso música) 


Heavy Metal e Rock

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Essa cantor se apresenta como "Vilão Disney do Youtube!"
Jonathan Young tem mais de 800 mil inscritos, e seus covers tem feito muito sucesso. Os primeiros vídeos que vi dele mostravam versões em heavy metal de... Adivinha o quê? Os temas dos vilões. Quer combinação melhor?
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Atualmente, Jonathan faz cover de tudo, desde os clássicos até os mais modernos, passando por alguns esquecidos (como Pateta o Filme, que eu gosto muito e tem uma pegada pop de fim dos anos 80 muito legal) e incluindo temas de televisão (até do ducktales ele fez!) A voz dele é bem forte, ele tem presença e os vídeos são bem feitos. Vale muito a pena conferir.


Acapella

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Úrsula nunca foi tão bonita

Heather Traska é um talento múltiplo. Ela é mestre em caracterização, fazendo seu próprio cabelo e maquiagem além das roupas combinando com cada personagem, sem contar com os efeitos de luz e edição nos vídeos, que ela fazia sozinha desde 2012. A americana também fazia os próprios arranjos das melodias acapella, que resultaram, só no universo Disney, em dois vídeos impressionantes que eu não canso de ver e ouvir.

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Trocando a vitrola pelo computador

No entanto, não posso falar de Disney e a capella sem mencionar nossa joia nacional: O TriGO! O grupo na ativa desde 2015 não fica atrás no quesito caracterização, nem em criatividade, ainda mais se tratando de canções Disney! Fica um crédito extra para a seleção do conteúdo, pois já homenagearam filmes como Irmão Urso e Rei Leão, na nossa amada língua mãe, em vídeos de arrepiar!
TriGO no Facebook

Live Action

Conheci o Working with lemons quando era professora pré escolar, e meus alunos SEMPRE me pediam para ver vídeos de Frozen no final da aula. Como sempre apareciam vídeos relacionados, uma das alunas pediu para clicar nesse vídeo fofíssimo que mostra Anna e Hans como crianças, em um cenário incrível interpretando “Love is an Open Door”. Foi amor a primeira vista tanto para eles como para mim, e diferente da princesa de Arendelle, nesse caso deu certo.

Atualmente, esse canal faz não só várias interpretações musicais com atuação, mas também fã-vídeos de todo tipo (tem até uma fanfic de Elsa e Jack Frost e outra com a origem de Rey de Star Wars!). No mundo Disney tem Moana, A Bela e a Fera, Rapunzel e a Pequena Sereia, pelo que eu vi, e fora dele, tem sucessos como La La Land e a recente pérola teatral, Hamilton.

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Falar nisso, você já leu nosso post sobre Disney e Broadway?

Acústica
As vezes a gente só quer uma voz suave acompanhada de cordas proferindo as magníficas letras de Alan Menken e outros artistas do mundo do Mickey. Nessas horas, nada melhor que um cover acústico Disney, como tem muitos pelo youtube. Uma que descobri recentemente foi a Brisa Carrillo. Ela é mexicana, e gravou versões em espanhol lindas de filmes maravilhosos como Viva! e A Pequena Sereia. Em inglês, encontrei a fofa Princess Peyton, que além de cantar e tocar ukulele, já trabalhou na Disney e conta suas aventuras mágicas no canal do mesmo nome.
Fica aqui a sugestão muito especial de nosso amigo Ronny Sinésio, representando bem o Brasil e que gravou esse vídeo SHOW de Noite da Arábia, de Aladdin, como parceria com o Disneyscópio em seu canal, o Headphone Roxo. A música ficou simplesmente linda na voz dele, e eu já vou até deixar bem aqui



Em outro gênero
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Não podia perder essa piada
Muitos artistas adoram representar personagens da Disney em outro gênero em desenhos e cosplays, e essa prática tem resultados fabulosos e inspiradores. Com a música não é diferente, e sempre que escuto fico imaginando como seria a história se os personagens fossem do gênero oposto (é muito doido pensar nisso com a música de Frollo em Corcunda de Notre Dame, por exemplo).
É mais fácil encontrar vídeos de mulheres cantando músicas de personagens homens, como Anna Pantsu e Elsie Lovelock, inclusive gosto muito de ambas. Mas aqui e ali tem o contrário, um bom exemplo é o Chris Villain, que acha pouco cantar e ainda interpreta, como eu já postei no facebook sua versão de Part of Your World. (confiram o da Jessica Rabbit, é impagável)

Ariel também nunca foi tão bonito

 Essas foram cinco de milhares de formas de reimaginar (e reescutar) nossas músicas preferidas do melhor universo. Espero que gostem e deem uma chance a esses artistas tão talentosos e dedicados. Se tiver alguma sugestão, não deixe de comentar, e não esquece de curtir a página do facebook. Até a próxima!


  

E essas histórias, de onde vieram?

A grande maioria dos sucessos Disney são baseados em contos de fada, ou mitos, e alguns em obras clássicas tão famosas que todo mundo já associa com um livro, como O Corcunda de Notre Dame ou Alice no País das Maravilhas.

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"Como prestar atenção em um livro sem gravuras?"
Pessoas como você curtem adaptações, né Alice?

Porém, quando eu revejo algumas animações mais antigas- daquelas que todos os créditos aparecem logo no começo, lembram?- Vira e mexe aparece a referencia “baseado no livro tal” e eu fico “Quê? Isso é um livro? E por que nunca falam nisso?”
 Até algumas mais modernas, como protagonistas desse post são baseadas em alguma coisa, livro, poema, curta, e por mais clássica ou famosa que a história seja, sua origem nem sempre é lembrada.
E por isso achei digno trazer esse post – e quem sabe, uma série de posts – sobre
Animações com origens curiosas de que ninguém fala!


Arte de Mylena Pessoa



01- O Galinho Chicken Little 

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Tudo começou com uma fábula cujo primeiro registro escrito consta de 1823, pelo dinamarquês Just Mathias Thiele. A história viajou no tempo e no espaço até fixar na boca do povo a expressão sobre histeria em massa “O céu tá caindo” (que é o slogan do filme). 
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Além disso, você sabia que a Disney já havia adaptado o conto para as telinhas bem antes do longa de 2005? O curta Chicken Little foi encomendado pelo governo americano como propaganda contra o regime nazista em 1943, e digo logo que não é tão leve como o visual sugere...
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disney.wikia.com

02- Tarzan
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Na verdade, esse não começou bem como um livro. Ainda mais surpreendente, a história do homem gorila foi publicada originalmente em forma de pulp, uma espécie de revista muito popular no início do século XX, que trazia histórias seriadas. Seu autor, o americano Edgar Rice também é o criador de John Carter, que também já foi adaptado pela Disney, e posteriormente lançou romances na íntegra protagonizados pelo  Rei das Selvas.
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E era só 15 centavos...

03-Bambi
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A história do pequeno cervo foi originalmente escrita como um livro para adultos, pelo austríaco Felix Salten em 1923 (Beeeem antes da Disney lançar seu primeiro longa animado!!!). Mas ficou tão popular que ganhou, além de uma sequência, uma adaptação como livro infantil. Foi banido na Alemanha nazista por parecer “uma apologia ao tratamento aos judeus”, e alguns críticos o apontam como sendo o primeiro romance ambientalista.
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Conexão com a natureza é tudo
04-A Família do Futuro
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Já falamos do artista americano William Joyce em nossa página no Facebook, mas não custa lembar que além de autor das obras base de diversos filmes (A Família do Futuro é o único feito pela Disney) Joyce também é ilustrador e cineasta. O engraçado é que praticamente a única cena do filme que está no livro é o passeio pela casa em que Lewis conhece toda a família Robinson, enquanto ajuda o vovô a encontrar sua dentadura.


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Esse dia foi loko

05- O Estranho Mundo de Jack
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A história conta que Tim Burton foi tocado pelo espírito da inspiração quando, no fim do ano, se deparou com algumas vitrines que substituíam os produtos de Halloween por decorações de Natal. Aquela misturinha cultural foi tão intrigante e visualmente bonita que acabou levando o artista californiano a escrever o poema “Nightmare before Christmas”, posteriormente transformado em livro ilustrado (depois do filme de 1993)

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"Ele é o Papai Cruel" (Desenho de Tim Burton)

 
Como esquecer o momento mágico em que Jack, o Rei da Abóbora descobriu a incrível Cidade do Natal por acaso? Eu acho que é mais ou menos isso que acontece quando surgem as adaptações, ou quando nós as descobrimos. Não só ganhamos uma nova visão sobre as histórias, como também ficamos conhecendo outros mundos que vem antes e depois daqueles filmes que gostamos tanto.

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E como a Disney é campeã em adaptar boas histórias, não podemos deixar de lembrar das muitas outras em posts futuros, então aguardem novidades! Enquanto isso, fique com nossa página do facebook e não deixe de comentar sobre suas adaptações preferidas, ou quais histórias você adoraria ver no cinema pelo Mundo do Mickey!

Curiosidades sobre o Zé Carioca


Alô amigos! Hoje eu tenho cinco fatos curiosos sobre uma “estratégia” da Disney que acabou rendendo um personagem carismático, protagonista de ótimas histórias no cinema e que até hoje é presença nos fazendo rir com suas malandragens nos quadrinhos!
O sabido verde mais lindo do mundo <3 (Por Mylena Pessoa)

1-      É bem divulgado que Zé Carioca foi criado pela Disney como parte da “Política de Boa Vizinhança” Entre Brasil e EUA. Pois é, foi uma das muitas formas dos EUA serem amistosos e buscarem nosso apoio na segunda guerra, além de impedir a implantação do comunismo por aqui. (Nessa política também houveram visitas de astros de Hollywood e coisas assim). Mas o que eu não sabia, era que houve uma “segunda intenção” na criação do simpático papagaio: Durante a Segunda Guerra, animações americanas foram proibidas de serem exportadas para a Europa (talvez aqueles curtas difamando o nazismo tenham ajudado a isso, né?)  E isso fez a Disney ter uma baixa no mercado. Qual foi a solução encontrada? Isso mesmo! Investir nos vizinhos da América Latina! Por isso entre os curtas com aparição do Zé também contamos com desenhos sobre a Bolívia e o México!

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Walt Disney em sua pesquisa para os desenhos no Brasil, em 1941
2-      A primeira aparição oficial do Zé foi no segmento sobre o Brasil do filme Alô Amigos (Saludos Amigos, 1941), e mais tarde, ele estrelou no deslumbrante Voce já foi a Bahia? (The Three Caballeros, 1944).  Ele também esteve em curtas da Silly Simphonies, o mais famoso é Blame it On The Samba, de 1948.

Com o sucesso do nosso carioca favorito, ele conquistou as páginas de quadrinhos em 1961, numa história onde ele já chega mostrando a que veio tentando filar uma refeição chique de graça!


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Zé e Donald até tomaram uma cachacinha em Saludos Amigos



3 - Zé já teve vários convidados especiais nos seus quadrinhos, geralmente com nomes trocados, como em paródias. Duas participações ilustres foram de Jorge Amado e Caetano Veloso. (História: "Um carioca à baiana", na revista Zé Carioca número 2088) (pena que não achei imagem ☹ )

4-    4 - Vocês sabiam que o Zé só é publicado em um outro país além do Brasil? Adivinhem qual? A Holanda! Interessante, né? Aparentemente, nosso compatriota o faz bastante sucesso por lá! O país até lhe deu uma “Vovó Carioca” 
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Vovó carioca foi criada por Jan Kruse e Bas Heymans em 2011
a5 -Zé já esteve duas vezes no Clube do Mickey Mouse (House of Mouse). Uma foi em um curta, onde a Minnie estava cansada dos jantares sem graça do Mickey e foi atrás de um “Tempero Brasileiro”. A outra foi quando ele e o Panchito se reuniram com o Pato Donald para uma apresentação especial dos lendários Três Caballeros (aqui)
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O bonde todo reunido xD
     Fora esse desenho, o malandro também já marcou presença naquele desenho novo do Mickey (OK Mundongo da Disney – Gente, que nome é esse? ) num especial da Copa do Mundo onde ele era nada menos que o narrador do jogo!

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Nesse jogo não teve 7x1...
Zé Carioca com certeza tem espaço reservado no meu coração, no dos fãs brasileiros e até de gente no mundo afora! As fanarts internacionais estão aqui pra provar:

Kicking it in Botafogo by ElectricDawgy
Por ElectricDawgy, Estados Unidos
jose carioca + jose carioca by harakirimushi
Por harakirimushi, do Japão


Jose Carioca by chacckco
Por chacckco, também do Japão, que por sinal é super fã da Disney e principalmente dos Três Caballeros. Suas artes são show!
Espero que tenham gostado, e como diz o Zé Carioca, até na versão americana de Alô Amigos

“Muito Obrigado!”



5 Melhores Curtas da Pixar


5 Melhores Curtas da Pixar

            Olá pessoal! Como anda a semana? Espero que supercalifragilisticexpialidoce rs rs, mas bem, indo direto ao ponto, eu pensei em trazer essa lista para vocês por que fui assistir Carros 3 (eu sei que já lançou faz tempo e até saiu de cartaz, mas esse post foi escrito na semana de lançamento rs rs), e aconteceu uma coisa que já se tornou normal para qualquer fã da Pixar, o velho comentário distante de uma pessoa aleatória no cinema “Ah que filme é esse?”, ou “Entramos na sala errada?”.
Não meu caro! Você não entrou na sala errado! É simplesmente essa “mania” que a Pixar tem de nos agraciar não só com o filme em si, mas também com essas pequenas maravilhas de uns cinco minutos conhecidas como curtas-metragens, ou só curtas pra encurtar (sim, a piada foi horrível, mas não resisti. hehehe) Então fiquem com esta lista dos melhores curtas Pixar, vamos começar? Vamos começar! 



5 – Presto (2008 – Wall-E)



            Começando com essa delícia, que foi capaz de me fazer bolar de rir por todo o tempo, todas as vezes que assisti, (e não foram poucas) eu lembro de só ter visto Wall-E em DVD, e realmente não ter gostado tanto assim, o que fazia com que eu assistisse apenas Presto toda vez que ia para o menu. A premissa é bem simples, Presto é um mágico muito famoso, que tem como cargo chefe o truque clássico de tirar um coelho da cartola, mas diferente dos outros, ele não usa fundo falso, truque de espelho, ou esse tipo de coisa, já que tem a “pequena” vantagem de ter uma cartola REALMENTE mágica, e isso por si só já seria a fórmula do sucesso, se o seu coelho não estivesse de mau humor, e morrendo de raiva dele, quer ver o que acontece nesse caso? Então assista, e prepare-se para boas risadas.


Só eu notei a referência ao Fantasia clássico..?


4 – Parcialmente Nublado (2009 – Up: Altas Aventuras)



            Este curta entra perfeitamente no padrão da Pixar de pegar algo normal do imaginário das crianças de todo o mundo, e dar um ponto de vista totalmente original, como em Monstros S. A. onde os monstros do armário nos assustam para conseguir energia, e até tem medo de nós. Neste caso partimos daquela velha história de onde vêm os bebés? Das cegonhas? Não, elas só trazem, quem faz os bebés são as nuvens, claro. rs rs
            Só tem um porem, não são só os humanos e animais fofinhos que têm filhotes, aqueles menos “carismáticos” também, e a história acompanha justamente a nuvem responsável por criar estes bebés, que a pesar de tudo os ama muito, e sua cegonha amiga, que não gosta tanto de fazer as entregas de pequenos tubarões, jacarés e enguias elétricas, mas dá seu jeito. Com uma premissa simples este curta trata principalmente de lealdade, e responsabilidade com aquela sutileza bem Pixar.


3 – La Luna (2011 –  Valente)



            Indescritível! Este curta é simplesmente indescritível, tanto no sentido da qualidade, quanto no enredo em si, por que explicar a história dele provavelmente deixará qualquer pessoa que não viu meio perdida. Basta saber que conta a história de um garotinho que aprende com seu pai e seu avô um ofício que é no mínimo fantástico, e através da observação e exemplo de ambos ele descobre seu próprio jeito original de fazer as coisas, de um modo simples e espetacular, que me deixou encantado, e pensando nele até pelo menos a metade de Valente, que veio logo depois, “Dá licença Merida, ainda estou processando La Luna, será que podemos fazer uma pausa?”.
  





2 – Piper: Descobrindo o Mundo (2016 – Procurando Dory)


            Tá, aqui as coisas começam a ficar pessoais, por que não consigo pensar em um curta cuja história tenha me envolvido tanto emocionalmente quanto esse, e isso por que só tem uns seis minutos, (se fosse um longa-metragem, pronto, me debulhava rs rs)  o medo do Piper, e a problemática no geral são tão críveis, acho que todos nós sentimos esse susto na infância ao ter que ir ou trocar de escola, ou se mudar; e estendendo isso ainda pode-se dizer que o simples ato de sair de casa todo dia para o trabalho, ou faculdade, para nós adultos, já é por si só um desafio diário equivalente ao desse simpático passarinho.
Isso sem falar na parte técnica, que é um deslumbre por si só, lembro de ter comentado quando vi no cinema como estava fissurado na forma como os grãozinhos de areia ficavam grudados nas patinhas do Piper de uma forma tão real, que me sentia na praia com ele, em fim, este curta é espetacular, e Pixar, é difícil arrasar sempre, ou são vocês que já se acostumaram? He he he


1 – O Jogo de Geri (1997 – Vida de Inseto)



           
          Esse é um daqueles que já virou clássico, todo fã de animações conhece Geri’s Game sem dúvida, ele transpira a natureza experimental que tem, (Uia, olha como eu falo rebuscadamente! rs rs) mas deixa eu explicar, é que esse curta foi um tipo de “teste” para os animadores da Pixar melhorarem suas técnicas de criação e movimento de personagens humanos, e principalmente dos tecidos nas roupas deles, e acho que todos concordam que definitivamente eles conseguiram, não é?
Além disso, eles não deixaram o roteiro em segundo plano, pois a pesar de simples ele é muito inteligente, acompanhando uma partida de xadrez acirrada do Geri contra o Geri, isso, você não leu errado, ele esta se enfrentando no jogo, e no começo isso é deixado bem claro, mas os cortes de cenas, e o modo como a música vai ficando mais tensa te faz quase esquecer isso, e te convence de que realmente há duas pessoas ali, de uma forma divertida e dinâmica.

Aparição do Geri em Toy Story 2



            E este é o fim de mais uma lista, só deixando bem claro que ela foi feita com base em critérios PESSOAIS e é claro que vocês podem discordar de mim em alguma coisa, e falar aí nos comentários, (respeitosamente, claro) se seu curta-metragem Pixar favorito não está aí, não fique chateado, comente também, aqui ou na nossa página do Facebook. Eu sei que alguns bem icônicos como Luxo Jr. e Lava ficaram de fora, mas como disse é só por uma questão de gosto, espero que tenham gostado mesmo assim, então é isso pessoal, até a próxima! 




Quatro vilões e uma princesa

Alô amigos! Espero que vocês gostem de artes conceituais, porque nesse post trazemos vários desenhos incríveis de como alguns personagens que amamos foram inicialmente pensados. Se vocês gostarem, podemos fazer disso um hábito, e como sempre, assim como dividimos a nossa opinião, queremos ouvir todas as suas! Então, sem mais delongas, vamos lá:

1-Para inaugurar o post, nada mais justo que a mais antiga de todas as princesas:  



A primeira e a última ilustração não são distantes da versão final da Branca de Neve, mas a do meio achei meio estranha, embora dê pra entender que esses olhões são do estilo da época, provavelmente influenciados pela Betty Boop, que por sua vez foi inspirada nas atrizes Helen Kane e Clara Bow 


Sacou a tenência?


 2- Podemos ver que as primeiras ideias para Malévola tinham mais “cara de fada”. Pessoalmente, eu gostei da segunda, está bem formosa com essa cintura marcada e cabelos longos. Só não entendo bem qual é a dos artistas com antenas...

3-O visual da Cruela é praticamente o mesmo, exceto pelo cabelo. A segunda me lembra a Madame Medusa de Bernardo e Bianca (as duas vilãs tem um pouco em comum, não é?) e a última achei simplesmente linda e divosa, talvez até demais para uma vilã, e certamente por isso foi descartada, já que a Disney tem tradições de associar o mal a feiura (ignoremos a linda da Mamãe Gothel e o galã do Hans)

4-Sobre a primeira versão da Úrsula, apenas uma palavra: MEDO. A segunda está interessante, bastante original e única, e a última bem engraçadinha e cartunesca. A versão final da bruxa do mar, como já foi postada na página do facebook, foi inspirada na Drag Queen americana Divine


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5- Olha, se me perguntassem quem é esse personagem no último desenho, eu jamais adivinharia que se trata do Gaston. Está diferente demais! Acredito que planejaram um retrato mais fiel de uma determinada época da França, bem como também fizeram em alguns esboços da Bela. 

 O Gaston que conhecemos é um tanto parecido com as outras duas versões, e também com o personagem Brom, de Ichabod e o senhor sapo, adaptação Disney do clássico inglês Sleepy Hollow: A lenda do cavaleiro sem cabeça.




Então pessoal, terminamos por aqui nossos comentários sobre essas artes conceituais tão legais e diferentosas . Agora só faltam os seus! O que achou das primeiras ideias de nossos queridos vilões e da “princesa mais bela de todas”? Melhores? Diferentes demais? Alguma semelhança  ou referência que não reparamos? O espaço é seu! Um abraço e até a próxima!